29 agosto, 2016
On 09:26 by Quorum in Brazil, Brazilian Crisis, Brazilian recession, Dilma Roussef, Economic Crisis, Impeachment, Lula da Silva No comments
On this last weekend, former economy minister Nelson
Barbosa and Rio State University law professor Ricardo Lodi were the final
defense witnesses brought to testify that Rousseff did not break the law or
harm the economy, which is now in deep recession.
“There is nothing remotely
illegal,” Barbosa said. “You cannot act retroactively with a new interpretation
of the law.”
The same argument was delivered Friday by a first batch of Rousseff witnesses who said that such budgetary maneuvers have long been common practice and that Brazil's economic decline was entirely unrelated.
Her accusers laid out their case
on the trial's opening day Thursday, arguing that Rousseff was criminally
irresponsible and helped run once booming Brazil into the ground.
Tension is building ahead now this Monday morning, when Rousseff, from the Workers' Party, will take the stand for
the first time and face her accusers.
She will be accompanied by her
mentor and predecessor in the presidency, Lula da Silva. Lula rose from poverty
to found the Workers' Party and become one of Brazil's most popular presidents
ever before helping Rousseff take his place.
The once all-powerful pair are
now demonized by the middle class, blamed for Brazil's economic shambles and
tainted by the revelation of a gigantic corruption scheme at state oil giant
Petrobras which peaked during the Lula presidency.
Lula's presence and Rousseff's
allegations of a plot to destroy 13 years of Workers' Party rule will make for
a highly charged atmosphere in a divided Senate where a shouting match
broke out last Friday, forcing the session to be suspended.
Final arguments will follow
Rousseff's testimony, then the voting session, which will include speeches by
each senator, with the final result expected next Tuesday or Wednesday.
Two thirds or 54 out of the 81
senators must vote for impeachment to force Rousseff's immediate removal. The
latest estimates by opposition senators and major Brazilian newspapers is that
the pro-impeachment side is on track to win.
The current acting president
Michel Temer -- Rousseff's former vice president turned bitter enemy -- would
then be sworn in to occupy the post until 2018 elections. Since he took over
the temporary job with Rousseff's suspension in May, Temer has installed a new
center-right cabinet with a market-friendly message that has won plaudits from
investors.
Brazil's economy shrank 3.8% in
2015 and is forecast to drop a further 3.3% this year, a historic recession.
Inflation stands at around 9% and unemployment at 11%.
Source: Mercopress Agency
Source: Mercopress Agency
19 agosto, 2016
On 14:21 by Quorum in Dilma Roussef, Impeachment, Kátia Abreu, PMDB, Romero Jucá, Senado Federal No comments
Senadora Kátia AbreU, ex-Ministra da Agricultura do Governo Dilma, pode ser expulsa de seu partido, o PMDB, em setembro. A Executiva Nacional da legenda definiu para aquele mês a reunião que decidirá o futuro da Senadora pelo estado do Tocantins. Segundo fontes do partido, a parlamentar seria expulsa assim que estivesse concluído o processo de impeachment.
A cúpula do PMDB tem demonstrado irritação com a postura da Senadora diante do processo contra Dilma. Kátia não economiza nas críticas ao interino Michel Temer, presidente licenciado do partido, e tem classificado o impeachment como “farsa”. Na condição de testemunha de defesa e amiga pessoal da petista, a Senadora fez diversos discursos duros diante de testemunhas de acusação.
Presidente em exercício do PMDB, Romero Jucá (RR) disse que a expulsão de Kátia não está descartada. No entanto, Jucá evita polemizar, alegando que a questão não está sob discussão do partido no momento.
Os debates internos relativos à saída de Kátia do PMDB se iniciaram em março, quando a Senadora se negou a cumprir a determinação da cúpula peemedebista que, após anunciar o rompimento com Dilma, determinou a entrega dos cargos então ocupados no Governo por membros da legenda. Diante da recusa, o diretório baiano do partido solicitou abertura de processo interno contra a senadora, que passou a se submeter à comissão de ética da sigla por desobediência – tanto em relação às decisões do diretório quanto da convenção nacional.
Três outros peemedebistas que se mantiveram no cargo de ministro à época do impeachment em sua fase na Câmara – Mauro Lopes (Aviação Civil), Celso Pansera (Ciência e Tecnologia) e Marcelo Castro (Saúde) – também viraram alvo de processos no partido. No caso deles, o destino do procedimento disciplinar deve ser o arquivo, uma vez que, na iminência do afastamento definitivo de Dilma, eles se alinharam ao grupo de Temer.
Uma possibilidade para a Senadora seria o seu pedido de desligamento antecipado do partido. A decisão não significa que ela corra o risco de perder o mandato com base na resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre fidelidade partidária. Entendimento recente do Supremo Tribunal Federal (STF) deixa claro que, ao contrário dos deputados, senadores podem trocar de sigla e continuar no desempenho de suas funções parlamentares.
Fonte: Congresso em Foco
On 13:50 by Quorum in Argentina, Latin America, Maurício Macri, Mercosur, Mercosur Crisis, Pacific Alliance, South America, Trade Agreement No comments
Argentine President Maurício Macri argued that Latin America needs greater economic integration and a
merger of Mercosur and the Pacific Alliance should be the objective. In an interview with the Japanese agency Nikkei, Macri insisted in loosening trade
restrictions in his country and the region.
“First, we have to boost Mercosur,” Macri said, suggesting he was ready to take the
lead in breaking down tariffs and other barriers to trade within the bloc.
Mercosur members cannot unilaterally sign free trade
agreements with outside countries unless there's a full consensus on the issue.
Nevertheless Macri said Mercosur is “ready for negotiation with Japan.”
Attempts to build
broad economic zones in the region are nothing new. The proposed 34-nation Free
Trade Area of the Americas was to span North and South America and the
Caribbean, excluding Cuba, and produce a functioning bloc by the end of 2005.
But the effort foundered amid resistance by then-Venezuelan leader Hugo Chavez
and other opponents, including Nestor Kirchner and Lula da Silva.
After that
failure, free trade proponents Mexico, Chile, Peru and Colombia formed the
Pacific Alliance. The bloc seeks closer ties with Asia, having given observer
status to Japan, China, South Korea, India and other nations on the continent.
Argentina became
one of the 49 observer countries to the Pacific Alliance in June, with Macri's
government apparently trying to show that his country is open for business.
Macri described observer status as the first step toward
market integration. Together, the two blocs would have a combined gross
domestic product of roughly US$4.5 trillion, about the size of Japan's GDP,
creating a more powerful magnet for investment.
Source: Agencia Mercopress
17 agosto, 2016
On 20:11 by Quorum in Argentina, Brasil, Crisis en Mercosur, Itamaraty, José Serra, Mercosur, Nicolás Maduro, Paraguay, Uruguay, Venezuela No comments
El canciller
brasileño José Serra criticó al presidente de Venezuela, Nicolás Maduro, asegurando que "todos pueden estar seguros de que [él] no va a presidir el Mercosur”. El gobierno de Caracas se autoproclamó titular pro tempore del bloque, generando una
crisis institucional sin precedentes en el Cono Sur. Venezuela es criticada por carecer de credenciales
democráticas y por presuntos incumplimientos de normas jurídicas.
La presidencia
del Mercosur es rotativa y desde julio debería ocuparla Venezuela, que es
cuestionada por Brasil, Paraguay y Argentina.
En contacto protocolar con periodistas el lunes, el jefe de la
política externa del presidente brasileño interino Michel Temer ratificó sus
cuestionamientos a la administración venezolana.
El Mercosur está
en una aguda crisis institucional por el traspaso de la jefatura rotativa, que
se transmite por orden alfabético a cada uno de los países miembros cada seis
meses. Argentina, Paraguay y Brasil han rechazado, en tonos diferentes, tanto
la decisión de Uruguay de declinar la presidencia una vez que se venció su
período (el 29 de julio pasado), así como el anuncio hecho por Venezuela de que
pasa a ejercer entonces el cargo.
Ante esta situación, Brasil señaló que la presidencia
del Mercosur está “vacante”. Paraguay, sin embargo, resalta que presidencia de Venezuela es, solamente, de “facto”. Argentina, a su vez, señala que
Caracas no cumplió los requisitos jurídicos para ser socio pleno del bloque y
la transferencia de la presidencia rotativa tampoco es automática. Según la
diplomacia de Brasil y Paraguay, Venezuela aún debe adoptar unas 400 normas,
política, comercial y de derechos humanos, del Mercosur para confirmar su
condición de miembro pleno del grupo.
Fuente: Mercopress Agency
On 19:34 by Quorum in Eleições Municipais, Ficha Limpa, MCCE, Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral, Prefeitura, STF, Vereadores No comments
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| Márlon Reis, coordenador do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE) |
O Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE), autor da iniciativa popular que criou a Lei da Ficha Limpa, afirmou nesta quarta-feira (17/08) que realizará reunião extraordinária amanhã com o objetivo de buscar formas de recorrer à decisão do STF, anunciada no último dia 10, na qual os ministros entenderam que é competência exclusivas das Câmaras Municipais o julgamento das contas da gestão dos Prefeitos. Assim, a palavra final sobre a inelegibilidade dos gestores com contas rejeitadas seria responsabilidade dos vereadores. O resultado disso, segundo o MCCE, seria a liberação da candidatura de ao menos 80% dos políticos tornados inelegíveis pela Ficha Limpa para concorrer nas eleições de 2016.
“O MCCE está se articulando para buscar a alteração do julgamento realizado pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que favoreceu a participação eleitoral de candidatos que tiveram contas públicas rejeitadas. O Movimento se reunirá para discutir medidas e adotar posições que assegurem o cumprimento integral da Lei da Ficha Limpa. O MCCE entende que o STF sempre valorizou e fortaleceu a lei da Ficha Limpa, por isso acredita que o equívoco presente no julgamento, flexibilizando os termos da lei no tocante às contas públicas, poderá ser facilmente superado”, diz nota enviada pelo movimento.
Em junho deste ano, o Tribunal de Contas da União (TCU) encaminhou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) cerca de 6.700 nomes de gestores públicos que tiveram as contas rejeitadas pelos tribunais de contas estaduais e municipais. A rejeição, de acordo com a Lei Orgânica do TCU, é aplicada quando são constatadas omissão de dever de prestar contas; gestão ilegal, ilegítima ou antieconômica, ou ainda infração à norma legal de natureza contábil, financeira, orçamentária, operacional ou patrimonial; dano ao erário, desfalque ou desvio de dinheiro público.
“Essa é de longe a causa de inelegibilidade que mais impede candidaturas de agentes ímprobos. Segundo dados da Faculdade de Direito da USP, 86% dos casos de inelegibilidade se referem a rejeição de contas públicas. Se o STF atribuir a palavra final às Câmaras de Vereadores, esse dispositivo da Lei da Ficha Limpa ficará sem qualquer eficácia”, detalha o MCCE.
"Grande equívoco" do STF
No recurso (848826), o presidente do STF, Ricardo Lewandowski, enfatizou que, pela Constituição, a atribuição para julgar as contas do chefe do Executivo municipal são os vereadores, já que são eles os representantes dos cidadãos. No segundo recurso (729744), o ministro-relator, Gilmar Mendes, decidiu ainda que nos casos de omissão da Câmara Municipal, o parecer emitido pelo tribunal de contas em questão não poderá ser utilizado para gerar a inelegibilidade do político nos próximos pleitos eleitorais.
O advogado e ex-juiz Márlon Reis, que integra o MCCE, contestou a decisão do Supremo. Para ele, enquanto a análise dos tribunais é técnica, o julgamento feito por vereadores será apenas político. O especialista explicou que a decisão foi tomada em uma ação individual, e que o STF pode ser chamado a falar no Controle Concreto de Constitucionalidade.
Márlon também alertou para a abrangência da norma que trata da inelegibilidade dos políticos que tiveram as contas rejeitadas: “É a que tem mais ampla utilização dentre todas as da Lei da Ficha Limpa. Por isso, vimos com grande pesar a decisão tomada. Essa decisão amplia o descontrole. É obvio que vereadores não vão julgar tecnicamente as contas. As contas de gestão são contas técnicas, não políticas. Um vereador não pode aprovar contas de um prefeito que não fez licitação quando deveria fazer, por exemplo. Mas o Tribunal de Contas pode dizer: ‘Não, a lei mandava fazer licitação nesse caso’”, detalhou. “Foi um grave equívoco cometido pelo STF”, acrescentou.
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