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05 outubro, 2016


En vídeo publicado en su cuenta de Twitter, Las FARC reiteraron el martes que renunciarán a los fusiles.  Tras el rechazo que dieron los colombianos al acuerdo de paz firmado con esa guerrilla el pasado domingo, el miembro del equipo negociador, Jorge Victoria (alias “Pablo Catatumbo”), afirmó que la única arma de las FARC será “la palabra”.

El “no” se alzó con la victoria en el referendo del domingo sobre el acuerdo de paz con 6.431.376 votos, equivalentes al 50,21% del total de sufragios, mientras el “sí” obtuvo 6.377.482 papeletas, que corresponden al 49,78%. Sin embargo, Catatumbo escribió que “los acuerdos de paz gozan del respaldo internacional”, por lo que van a “continuar este camino”.

“Los Acuerdos de Paz fueron construidos en intensos debates a lo largo de seis años; están refrendados por el mundo y por eso la paz no se detiene”, agregó el negociador de las FARC.

Otro de los negociadores, Luis Antonio Losada, alias “Carlos Lozada”, se sumó a ese mensaje y dijo que en los campamentos guerrilleros siguen preparándose para dejar las armas tal y como decidieron en su Conferencia Nacional celebrada entre el 17 y el 23 de septiembre.

02 outubro, 2016

Com 99% das urnas apuradas, 50,2% dos votantes optaram pelo "não", enquanto 49,7% escolheram o "sim" no plebiscito deste domingo.
O plebiscito trazia a pergunta "Você apoia o acordo final para o fim do conflito e a construção de uma paz estável e duradoura?"
Dos 30 milhões de eleitores habilitados para votar, pouco mais de 13 milhões compareceram às urnas - isso significa que 67% dos votantes optaram por não participar do plebiscito.
O resultado é considerado surpreendente, já que as pesquisas da última semana apontavam que o "sim" ganharia o plebiscito com uma considerável vantagem.
O acordo de paz havia sido celebrado na Colômbia na última segunda-feira, quando o presidente Juan Manuel Santos e o líder das Farc, Rodrigo Londoño ("Timochenko"), assinaram o documento que punha fim aos conflitos.
O documento foi assinado após quatro anos de negociações, que foram iniciadas por Santos em 2012. O acordo colocaria fim a um conflito armado que começou em 1964 e já deixou mais de 220 mil mortos.
O principal argumento dos críticos ao acordo era a ausência de punição aos culpados de crimes - tanto os integrantes das forças oficiais quanto os da Farc acabariam anistiados caso o acordo de paz fosse confirmado nas urnas, exceto para crimes como torturas, chacinas e estupros.
Não se sabe ao certo qual será o futuro do conflito após esse resultado do plebiscito. Alguns porta-vozes das Farc haviam anunciado que não estariam dispostos a uma renegociação do tratado de paz caso esse fosse rejeitado na votação.

Fonte: BBC Brasil